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Proposta na Câmara prevê tornozeleira rosa para agressores de mulheres como forma de facilitar identificação

Um novo dispositivo legal pode mudar a forma como agressores de mulheres são monitorados no Brasil. Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 1.811/2026, que propõe o uso de tornozeleiras eletrônicas na cor rosa para condenados por violência doméstica. O objetivo central é reforçar a identificação visual desses indivíduos e fortalecer a rede de proteção às vítimas.

Foto: Divulgação/SSP-DF

Protocolado pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) na última terça-feira (14), o projeto busca facilitar a fiscalização por parte das autoridades e da própria sociedade, servindo como um inibidor para novas agressões. A medida surge como um ajuste à Lei nº 15.383 — sancionada recentemente, em 10 de abril — que já obriga o uso do monitoramento eletrônico em casos de risco à vida de mulheres e crianças.

Foco na Efetividade

De acordo com a autora da proposta, embora a legislação atual seja um avanço, são necessários ajustes para ampliar a segurança real das vítimas. “A legislação atual representa um avanço, mas ainda precisa de ajustes para ampliar a efetividade”, afirmou a deputada.

Os principais pilares da proposta são:

Proteção Preventiva: Reforçar a segurança da vítima através da fácil identificação do agressor.

Fiscalização Facilitada: Auxiliar o trabalho das autoridades policiais em locais públicos.

Combate à Reincidência: Reduzir as chances de novos episódios de violência.

Conscientização: Ampliar o debate sobre a gravidade dos crimes contra a mulher.

Próximos Passos

O texto aguarda análise pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Caso receba parecer favorável, a proposta seguirá para votação em plenário antes de ser encaminhada ao Senado Federal.


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